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Peregrinos espalham alegria em Fátima
12.05.2017
Um grupo de peregrinos de Paris devotos de Santa Rita de Cássia veio em «peregrinação» a Fátima, pela primeira vez, este ano. E cantou e dançou a sua fé à passagem de Francisco no Papamóvel.

Vínhamos da rotunda dos pastorinhos, e o som da sua alegria parou-nos, mas antes de nós muitos outros peregrinos, sem qualquer ligação ao grupo francês de Santa Rita (de Cássia), contagiados por aquela alegria. «Não sabemos de onde são», disseram-nos ao terminar de dançar, não os conheciam. Sabiam apenas que falavam francês.

«Viemos de Paris», informaram-nos, em «peregrinação».
Quisemos saber o que pensavam do Papa Francisco e a resposta saiu pronta e curta pela voz de Annie Claude: «é uma graça de Deus». A estreante em Fátima acrescentou que Francisco é um Papa que «fala para o século XXI», cheio de «sabedoria, doçura, compreensão do mundo atual». E de paz, interrompeu Sílvio. «Ele tenta que reine a paz no mundo», à semelhança da mensagem de Fátima. Para este peregrino, hoje, tal como antes, o mundo está corrompido e precisa de verdade e Maria deixou uma mensagem de «fé, de esperança, de verdade, de amor, e a sua mensagem é uma mensagem de que o mundo tem verdadeira necessidade», assegurou-nos Sílvio.Sílvio considera que o mundo necessita da mensagem de Fátima.
Da ainda recente experiência em Fátima, estes peregrinos destacaram à FAMÍLIA CRISTÃ o acolhimento familiar, a doçura das gentes, a paz. Talvez por isso, e por outras características especiais, não tenha sido por acaso que Portugal foi escolhido para passar a mensagem de Maria através da Europa, como nos deu a entender Sílvio. «Portugal foi certamente escolhido para receber Maria», acredita, porque Portugal tem algo de especial, «os portugueses têm um espírito de família» e «são muito crentes» acrescentou Ana. «O seu apelo deixou aos portugueses três dimensões: trabalho, fé e família e os portugueses transmitem a sua mensagem ao mundo inteiro, à Europa», concluíram.
 
Annie, Sílvio e o seu grupo seguiram depois viagem na certeza de que o encontro connosco, onde se encontrava uma jornalista com o mesmo nome da sua santa de devoção, não foi por acaso.
Reportagem e fotos: Rita Bruno


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