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Nota do bispo da Guarda «para celebrar a fé durante a pandemia»
07.08.2020
O bispo da Guarda, D. Manuel Felício, publicou uma nota sobre o último comunicado da Conferência Episcopal, intitulada «para celebrar a fé durante a pandemia». Nela, relembra a data determinada para o regresso das celebrações comunitárias religiosas e confirma o adiamento para o próximo ano pastoral das celebrações que impliquem contacto físico, «como unções», e «procissões, festas e concentrações de celebrações religiosas».

Foto de Arquivo
Quanto à possibilidade de retomar a administração do sacramento da Reconciliação, D. Manuel Felício pede que se espera até 30 de setembro para retomar «os horários habituais de atendimento». «Até lá, há possibilidade de utilizar pontualmente a  abertura que dá o comunicado da CEP, que manda “seguir as normas de se­gu­rança de saúde e garantir o devido distanciamento entre o confessor e o penitente, protegendo sempre o inviolável segredo da confissão”», escreve o prelado.

No que diz respeito aos funerais, o bispo da Guarda pede também que, apesar do que vem no comunicado dos bispos, continue a não se celebrar as exéquias dentro das igrejas. «Quanto aos funerais, embora o comunicado mostre abertura para a cele­bração da Eucaristia ou Celebração da Palavra dentro da Igreja, devendo, embora ressalvar “as normas de segurança que impeçam a transmissão do coronavírus”, por precaução, devemos continuar a fazer como até aqui, com a celebração em espaço aberto, no cemitério e reduzida à participação da família e eventualmente alguém mais próximo», escreve, embora acrescentando que, «se a família pedir a celebração da Eucaristia pelo seu familiar falecido, o sacerdote pode celebrar, mas sem a presença de outros fiéis».

Revelando que espera novas indicações da parte da CEP, o bispo da Guarda mantém também a catequese «por meios telemáticos» até ao próximo ano pastoral, e pede que, «até 30 deste mês, vamos manter as orientações que estamos a pôr em prática, para, depois, iniciarmos a retoma, ainda que sempre com as devidas cautelas».

O bispo justifica estas medidas por ser tempo de «todos reforçarmos a nossa preocupação por acompanhar as situações de novas necessidades, em pessoas que perderam o emprego ou simplesmente não estão a receber o seu salário», conclui.
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