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Paliativos em casa: «Vende-se gato por lebre»
10.10.2019


Hugo Lucas é psicólogo e coordenador do apoio psicossocial do Instituto São João de Deus. Não tem papas na língua para dizer que quando se fala em cuidados paliativos domiciliários «vende-se gato por lebre». O psicólogo diz que o mais fácil são os recursos técnicos. Mas critica a falta de apoio às famílias e o reduzido número de equipas comunitárias. A demora na referenciação dos doentes para cuidados paliativos enche os hospitais de doentes paliativos.